Boletim Eletrônico da Agência de Relações Públicas Unidade Experimental 

Curso de Relações Públicas - Universidade Metodista de São Paulo
Ano II - Número 1
9    20 de julho de 2001

 

Caros leitores:   j0234744.gif (9625 bytes)

A equipe de produção do CanalRP, agradece a colaboração de todos por responderem a pesquisa enviada.

  Os dados coletados serão utilizados para constante melhoria deste boletim.


  Atenciosamente,

  Equipe de Produção CanalRP

 

Calourada Metodista 2001,

    festa de integração e paz

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A recepção de calouros é uma tradição antiga e muito importante nas Universidades, porém tornou-se, muitas vezes, oportunidade para manifestações violentas e selvagens não condizentes com o espírito universitário e com a necessidade de integração do calouro ao ambiente acadêmico.

Com o objetivo de bem receber os calouros, a Agência de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo promoverá nos dias 1, 2 e 3 de agosto, a Calourada 2001, um trote pacifico que visa a integração entre os alunos e a Universidade.

O evento conta com um programa que engloba boa música, incentivo à doação de alimentos e roupas em parceria com a Pastoral Universitária, tour pelas dependências da faculdade e a participação de convidados especiais, que explicarão aos calouros os objetivos da profissão e as perspectivas de uma carreira no mercado de trabalho.

O programa, direcionado aos alunos de Relações Públicas e Jornalismo, aposta em um trote solidário, mantendo sempre o objetivo de confraternização sem violência. Para garantir o sucesso deste evento em prol da paz, a Agência de Relações públicas conta com a participação de todos os alunos.

8ª Expo Bríndice       j0173987.gif (13885 bytes)

Será realizada, de 24 a 27 de julho de 2001,   a Expo Bríndice,  feira especializada em brindes.      

Horário:14 às 21h,  local: Centro de Eventos São Luiz ,  Rua: Luís Coelho, nº 323, Cerqueira César.    Informações fone (11) 577-4066. 

BASF RECEBE PRÊMIO ABERJE DE COMUNICAÇÃO

 

A ABERJE anunciou o nome da BASF como ganhadora do Prêmio Aberje São Paulo 2001, que a consagra como Empresa de Comunicação do Ano 2000. O jornal BASF Notícias Comunidade também foi premiado: recebeu o título de melhor veículo de comunicação para público externo.

Esses dois prêmios foram concedidos à BASF por se ter destacado, no ano 2000, pelo tratamento estratégico dado à comunicação interna e externa e pelos excelentes resultados obtidos nesse trabalho.

A estrutura básica de comunicação da BASF é formada por uma gerente, Cristina Melo, que concluiu seu mestrado em 2000 na Metodista, e por quatro coordenações: a de Comunicação Interna e Assessoria de Imprensa, a de Propaganda e Eventos, a de WEB e a de Negócios de Tintas e Vernizes, ocupada pela jornalista Patrícia Pêcego, formada pela Metodista. Duas outras profissionais, também ex-alunas da UMESP, prestam serviços à BASF: Palita Tofanelli, Analista de Comunicação Interna e Assessoria de Imprensa e editora do Jornal Basf Noticias e a profissional de Relações Públicas Alessandra Marucci, da equipe de Guaratinguetá, que edita o jornal BASF Notícias Comunidade, com tiragem de 5000 exemplares.

A BASF, além de incentivar a comunicação na empresa, vem contribuindo para a formação de profissionais de comunicação, abrindo espaço para a contratação de estagiários e apoiando projetos de comunicação de terceiros. Por exemplo, o boletim RpCom, editado mensalmente pelo curso de Relações Públicas da UMESP, é patrocinado pela Basf, onde também fazem estágios dois alunos do curso de Relações Públicas da Metodista: Everton Schultz Ramos e Rodrigo Bonacin Barnabé, que elaboram, no momento, seus Projetos Experimentais para a conclusão do curso.

 

O CANAL RP cumprimenta a BASF e sua equipe de comunicação pelos merecidos prêmios recebidos da Aberje.

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FORMAÇÃO CULTURAL E CIDADÃ OFERECIDA PELA METODISTA É FOCALIZADA PELA ABERJE

O empenho da Universidade Metodista por um ensino que busca a sólida formação cultural e cidadã de seus alunos foi objeto de matéria da revista "Comunicação Empresarial", da Aberje. O artigo de Clayton Melo focaliza a infra-estrutura oferecida aos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, as atividades desenvolvidas por esses cursos e apresenta, no final, entrevista com Davi Ferreira Barros, reitor da Universidade, que reproduzimos, na íntegra, nesta edição.

 

Compromisso com a comunidade

A educação é um fator político. Partindo desse pressuposto, uma universidade precisa valorizar a formação para a cidadania para que seus alunos tornem-se, além de competentes profissionais, cidadãos comprometidos com a realidade social. Essas análises estão na entrevista concedida por Davi Ferreira Barros, reitor da Universidade Metodista de São Paulo, à Comunicação Empresarial.

 

 

    Comunicação Empresarial – A Metodista é comprometida com valores éticos e cristãos. Analisando a partir do começo, como o senhor define a filosofia pedagógica adotada pela universidade?

    Davi Ferreira Barros – Penso que A Metodista, como uma instituição confessional, considera a educação como fator político. Nesse sentido, ao valorizar a formação para a cidadania, ele dá a esta cidadania uma conotação de direitos da pessoa, direitos a uma vida digna, a uma sociedade justa, com distribuição adequada dos bens produzidos por todos. A pedagogia que a Metodista abraça enquanto filosofia educacional é necessariamente uma pedagogia engajada politicamente. Isso quer dizer que sua formação não é apenas profissional,  mas engajada  para uma atuação numa sociedade em que esses valores precisam estar à frente. Embora prepare as pessoas para exercer com competência a profissão, ela quer avançar um pouco mais, na tentativa de preparar as pessoas para o exercício de uma cidadania plena, que pressupõe o exercício da solidariedade humana, da justiça, da busca da realização coletiva das pessoas.

    CE – Novas instalações abrigarão as agências experimentais. Qual a importância dos laboratórios instalados na Metodista?

    Ferreira Barros – Os laboratórios são parte integrante do processo num ambiente de aprendizagem. Quando a universidade começa a criar outras alternativas de exposição do aluno ao processo de aprendizagem, ela completa um quadro em que favorece o estudante a aprender o seu contexto, não só aquele conteúdo específico. Assim, o laboratório é fator que só tem a contribuir. Isoladamente, ele não quer dizer nada. É preciso a incursão teórica de profundidade, mas é necessário também aliar essa incursão teórica às condições de experimento por parte do aluno, seja no laboratório científico, de pesquisa concreta em objetivos, em matérias, seja numa atividade de extensão com pessoas, grupos e necessidades sociais. São formas que a gente chamaria genericamente de laboratórios porque colocam o aluno diante de uma realidade na qual ele pode aliar os aspectos teóricos que ele apreendeu com uma realidade prática e, a partir disso, formar uma síntese que possa realmente ser absorvida como conhecimento, que o capacite a transformar essa realidade.

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continuação da entrevista     CE – Há algum tipo de integração entre a Metodista e a comunidade da região do Grande ABC Paulista? Como ela acontece e que tipo de trabalhos são realizados?

      Ferreira Barros – A Metodista não só é reconhecida pela comunidade. Temos um compromisso institucional que faz parte da nossa razão de ser como Universidade Metodista. Há um compromisso intrínseco com a região e seus problemas. Trata-se de uma política institucional. Buscamos isso até nos projetos de pesquisa e queremos trabalhar no sentido de extensão. Obviamente, o ensino já está integrado neste aspecto e temos como objetivo que todos os projetos de pesquisa e extensão tenham utilidade para a resolução de problemas de nossa comunidade. Nossas ações com atividades e projetos na Metodista comprovam nossa vocação de estar, realmente, sintonizada com o mundo empresarial, com o poder público e com os órgãos não-governamentais, que de certa forma, estão envolvidos em prestação de serviço à comunidade e solução de problemas.

    CE – Quais são os pontos que passam por aperfeiçoamento na Metodista?

    Ferreira Barros – A Metodista ainda é muito jovem, do ponto de vista institucional. Ela precisa amadurecer ainda muitos pontos da sua atuação, para pontuar algumas coisas. Nosso ensino está longe de responder adequadamente a um processo de "aprender a aprender". O processo de aprendizagem que vai se exigir da sociedade nos próximos anos provavelmente será totalmente diferente do que nós praticamos hoje em algumas salas de aula. E essa revolução vem vindo por dentro. O processo de informação tão ágil que está ocorrendo vai implodir o sistema universitário por dentro. Pelas próprias circunstâncias, não só dos alunos, mas as próprias circunstâncias do fazer com o conhecimento, com as informações, vão tornar o processo nosso tão velho, tão aparentemente já ultrapassado, que as pessoas vão ficar perplexas, a não ser aqueles que já estão enxergando e buscando novas alternativas. Felizmente, há muitas experiências neste sentido. E também os alunos ajudarão nesta revolução, porque a juventude, que está tendo um acesso tão grande aos processos de informação, vai contestar os professores que ainda estejam vinculados a métodos antiquados ou apegados a conhecimentos ou metodologias ultrapassados. Esse é um ponto a ser constantemente trabalhado.

    Um desafio da Metodista é avançar na pesquisa comprometida com os problemas sociais da sua região. Já que é uma instituição particular com limitações orçamentárias e depende da mensalidade do aluno, ela precisa direcionar para a comunidade a sua contribuição, estimulando seus professores a trabalhar esses problemas, a transformar projetos de pesquisa, a envolver alunos, porque aí a pesquisa terá um significado social relevante. A universidade, sozinha, não teria condições de realizar isso. Então, temos que fazer parcerias com a comunidade empresarial e com os órgãos governamentais para que essas pesquisas tenham cada vez mais importância social.

Fonte: Comunicação Empresarial, ano 11, N° 39 – 2° Trimestre de 2001, p. 7 e 8.

 

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