CANAL RP

Núcleo de Produtos da Agência de Relações Públicas Unidade Experimental

Curso de Relações Públicas – Universidade Metodista de São Paulo

Ano III – Número 32 - 28 de fevereiro de 2002

Pioneirismo da Metodista em Relações Públicas

    O marco inicial dos cursos de Comunicação Social no Brasil se deu com a criação do curso de Jornalismo, pelo Decreto-lei n. 5.480, de 13 de maio de 1943. A legislação sobre Relações Públicas – Lei 5.377 - data de 11 de dezembro de 1967. Neste mesmo ano, surgiu o primeiro curso acadêmico de Relações Públicas, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. O curso de Relações Públicas da Universidade Metodista completa 30 anos de sua instituição e está entre os primeiros do Brasil, pois teve início, em 1972, apenas cinco anos depois da aprovação da lei que regulamentou a profissão. Além de seu pioneirismo, situou-se sempre, no ranking de pesquisas realizadas sobre cursos de Comunicação, como um dos melhores, por seu projeto pedagógico e pela preferência dos estudantes.

Novos jornalistas e publicitários formados pela Metodista

    Aconteceu no dia 14 de fevereiro a colação de grau do curso de Jornalismo, da Universidade Metodista de São Paulo. O patrono da turma foi o jornalista Carlos Nascimento, e os paraninfos escolhidos, os professores Herom Vargas Silva e José de Sá. Foram homenageados os professores Júlio Veríssimo e Samantha Carvalho.

    A formatura do curso de Publicidade e Propaganda teve lugar no dia 15 de fevereiro. Os formandos elegeram como patrono o professor Luís Cláudio Mattos Raposo e como paraninfo, o professor Herom Vargas. Receberam ainda homenagem especial dos formandos desse curso os professores Dalmo de Oliveira Souza e Silva e Reginaldo dos Santos.

Leonardo Filoso

A ABRP em foco

Prêmio ABERJE já tem regulamento de 2002

    Já foi lançado o regulamento do Prêmio ABERJE 2002, promovido pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. Em sua 28ª edição, a competição premiará os melhores trabalhos de comunicação produzidos por empresas do Brasil inteiro, em 22 categorias.

A novidade do prêmio em 2002 é que, além das 22 tradicionais categorias e da escolha da Empresa e da Personalidade do Ano, serão premiadas as Agências do Ano em Comunicação Empresarial nas categorias Relações Públicas, Assessoria de Imprensa e Produção Editorial.

Informações sobre o regulamento e inscrição do prêmio, consulte o site: www.aberje.com.br.

Mariana de Marco Geraldine

Você faz pesquisa na Midiateca?

  A Midiateca representa importante fonte de consultas para professores e estudantes e, em geral, está presente nas faculdades de Comunicação Social. Nem sempre, porém, este setor é procurado para a produção de trabalhos acadêmicos, pois muitos estudantes o ignoram. Sua riqueza merece ser explorada tanto pelo acervo que guarda quanto pela atualização de suas informações. Mas o que contém uma midiateca? Na Metodista, este acervo foi reunido em 1999 para a Faculdade de Comunicação Social. Foi reformulado em 2000 e 2001 e pode ser hoje consultado diariamente por leitores dos jornais do dia e por pesquisadores de qualquer faculdade.

Está atualmente sob a responsabilidade do professor Herom Vargas, da Faculdade de Jornalismo, e reúne considerável acervo de documentos. O espaço pode ser utilizado para consulta, pesquisas e leitura de jornais diários (Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário do Grande ABC, Gazeta Mercantil); de revistas informativas semanais (Veja, Época, IstoÉ); além de revistas mensais (Marketing e Meio e Mensagem, Criação, Propaganda, Marketing Cultural, Fotografe, Design Gráfico, Digital Design, Tela Viva, Vídeo Zoom Magazine, Pay TV, Luz e Cena, Set, Cinema, Bravo!, Ciência Hoje, Management, Caros Amigos, Imprensa, Caminhos da Terra, Viagem e Turismo, Carta Capital).

Há também uma grande quantidade de pastas com recortes de jornais e revistas semanais sobre assuntos da área de Comunicação e de interesse geral.  

A Midiateca da Metodista guarda uma preciosidade do jornalismo brasileiro: uma coleção encadernada do jornal O Pasquim, que abrange o período de 1976 a 1981; e exemplares de jornais alternativos, como Movimento e Opinião.

A Midiateca funciona no Edifício Delta, sala 338, das 8h às 12h e das 13h15 às 

 Guilherme Mendes

Como usar técnicas de Relações Públicas

    Como usar técnicas de Relações Públicas (Série Sucesso Profissional da Publifolha, divisão de Publicações do Grupo Folha) é um guia de orientação pessoal para quem trabalha na área de comunicação. Abrange teorias de Relações Públicas e também de Marketing, no que se refere à implantação e à manutenção de uma imagem positiva da organização.

Traduzido do inglês, o livro apresenta, de maneira objetiva e prática, as principais características da profissão e suas áreas de apoio, ensinando com argumentos lógicos e precisos como empregar as técnicas de relações públicas. Enfoca, por exemplo, Comunicação Corporativa, Marketing e Relações Públicas, Planejamento de Relações Públicas e Comunicação Eficaz.

Traz também as principais ferramentas empregadas por Relações Públicas, como organização de eventos, feiras e congressos e criação de sites na Internet. Ressalta ainda que saber falar de maneira correta em público é de grande importância para o profissional de comunicação.

Além disso, destaca os principais requisitos para se ter e manter um bom relacionamento com a mídia, regras práticas para a construção de um press release, de relacionamento com os jornalistas, como dar entrevistas, o que deve ou não ser dito e feito para contribuir para a boa imagem da organização para qual se trabalha.

Por fim, ressalta a importância da Propaganda na “venda” da empresa, de seus produtos, apoiando suas idéias em três pontos principais: escrever corretamente, contratação de fotógrafos e correta avaliação de bons projetos publicitários.

Os temas são abordados de maneira didática, fazendo uso de ilustrações, diagramas e quadros explicativos, como auxílio para o bom entendimento do texto. Este livro é indicado para pessoas que buscam conhecimento objetivo e prático sobre as práticas de Relações Públicas.

Como usar técnicas de Relações Públicas/ Moi Ali:

[Tradução Rosemarie Zielgelmaier]. São Paulo: Publifolha,

2001 – (Série Sucesso Profissional) – 72p.

Mariana de Marco Geraldine

Lista de endereços ou mailing list:

Por quê e para quê?

Fábio França

Comunicar-se bem com os públicos da empresa é uma exigência de qualquer projeto de relações públicas. Como, na grande maioria dos casos, os públicos são externos, há necessidade de se manter um cadastro destes públicos, que comumente é chamado à americana de mailing list, em português, lista de endereços. Esta lista faz parte da essência da comunicação dirigida. A seletividade dos nomes é a oportunidade que a empresa tem de falar de modo direto, adequado e regular com as pessoas de seu interesse.

A construção de uma lista de endereços engloba várias fases: definição precisa do objetivo, dos públicos a serem atingidos e do tipo de lista a ser feita.

Quanto ao objetivo, é preciso definir o que se pretende com a lista: manutenção regular de contatos com o mercado, fazer chegar aos interlocutores da empresa suas publicações, as novidades sobre produtos e serviços ou apenas divulgar informações técnicas. 

O tipo de lista será determinado a partir do objetivo, isto é, poderá ser uma lista de caráter geral, de interesse técnico, institucional, promocional, de mala direta ou para outros fins.   

É de importância vital determinar os públicos que a empresa quer atingir. Devem estar enquadrados dentro do projeto de relações públicas, pois a lista de endereços, por natureza, define a política de relacionamentos da organização com os públicos. A seleção de cada público deve levar em conta que a comunicação dirigida, para ser eficaz, exige a segmentação dos públicos, que podem ser acionistas, fornecedores, clientes, empregados, ou seja, lista de endereços bem elaborada deve ser dimensionada de acordo com as características de cada público. Cada nome da lista deve ser selecionado levando-se em conta a relação existente entre esta pessoa e a empresa, bem como as expectativas da empresa em relação a este contato.

Lista de endereços: quanto maior melhor? Não, quanto mais selecionados forem os nomes, melhor. De pouca valia é dispor de endereços de milhares de pessoas que não têm ligação com a empresa nem interesse por ela. Cada público merece ter a sua lista à parte.

É necessário que não se confunda mailing list com direct mail (mala direta). Nos dois casos, há a seleção e até a personalização da audiência. A seletividade da lista de endereços é para garantir a remessa correta de informações sobre a empresa para públicos com ela relacionados, enquanto o intuito da mala direta, instrumento de marketing direto, é a propaganda, que visa a remessa de material promocional, folhetos, catálogos e até brindes.

Não adianta, portanto, multiplicar os nomes da lista de endereços, fundamentado-se na idéia de que isso resultaria em promoção da empresa. A remessa indiscriminada de material gera desinteresse das pessoas pelo material recebido e pela empresa. Lista planejada de endereços institucionais é uma coisa e a de mala direta é outra.

Grave problema das listas de endereços é a sua atualização. Não basta verificá-las sazonalmente. Este trabalho deve fazer parte de estratégia específica permanente de quem é responsável pela montagem e pela manutenção da lista. Infelizmente, há pouca preocupação na atualização de endereços.

Como atualizar endereços? Vários recursos podem ser utilizados, como o uso do telemarketing, da correspondência recebida, da leitura de revistas e jornais, de anuários empresariais e setoriais e visitas às empresas, entre outros. Se o público for seleto, a tarefa torna-se mais fácil, por existir interesse das partes em manter atualizados seus canais de comunicação. A tecnologia hoje disponível permite, sem maior dificuldade, a manutenção de vários tipos de listas de endereços, bem como a atualização constante de todas elas.

Pode-se concluir este texto afirmando que a lista de endereços define a política de relacionamentos da organização com seus públicos. A falta de critérios nesta relação representa descaso na manutenção inteligente de contatos e desperdício considerável de verba com o correio, que implicam hoje grandes despesas. Mas, sobretudo, a ineficácia da comunicação da organização com seus públicos prioritários e de interesse. Pode-se concluir este texto afirmando que a lista de endereços define a política de relacionamentos da organização com seus públicos. A falta de critérios nesta relação representa descaso na manutenção inteligente de contatos e desperdício considerável de verba com o correio, que implicam hoje grandes despesas. Mas, sobretudo, a ineficácia da comunicação da organização com seus públicos prioritários e de interesse.

 

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Expediente 

O Canal RP:
informativo eletrônico produzido pelo Núcleo de Produtos e Instrumentos de Comunicação da Agência de Relações Públicas Unidade Experimental da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp). Seu objetivo é divulgar e promover a atividade profissional, tendo como referencial a qualidade da Umesp e de seu curso de Relações Públicas.

Equipe de Produção

Editor: Professor Ms. Fábio França (MTB1880)
Revisão:
Professora Débora Marie Tamayose
Equipe de Redação:
Guilherme Mendes, Leonardo Filoso, Marcello Ghigonetto e Mariana de Marco Geraldine.
Coordenador do Núcleo de Produtos:
Prof. Ms. Fábio França CONRERP SP/PR-586.

FACULDADE DE JORNALISMO E RELAÇÕES PÚBLICAS
Diretora e Coordenadora do curso de Relações Públicas:
Profª. Drª. Maria Aparecida Ferrari


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