CANAL RP

Ano III – Número 39 – 14 de junho de 2002

Curso de Relações Públicas – Universidade Metodista de São Paulo

 

Núcleo de Produtos e Instrumentos de Comunicação da   

Agência de Relações Públicas Unidade Experimental

 

Dia do Profissional de Relações Públicas

14 de junho

    No Dia do Profissional de Relações Públicas, o CANAL RP presta homenagem a todos os relacionistas pela capacidade de diagnosticar, prognosticar, propor políticas e estratégias de comunicação e de implementar programas efetivos de relacionamento das entidades públicas e privadas com seus públicos, difundindo e consolidando na opinião pública o conceito positivo das organizações a que dedicam seus melhores esforços em defesa da livre iniciativa e da cidadania.

 

Pesquisa sobre cursos de Relações Públicas é apresentada no Congresso da ALAIC

      O Núcleo de Pesquisa da Agência de Relações Públicas – Unidade Experimental, da Universidade Metodista de São Paulo, representado por sua coordenadora Profa. Ms. Márcia Perencin Tondato, apresentou a segunda fase do trabalho de levantamento de dados sobre os cursos de Relações Públicas do Brasil no Congresso da ALAIC (Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicación). O congresso aconteceu entre os dias 5 e 8 de junho, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, sediado na Universidade Privada de Santa Cruz.

    A primeira fase desse levantamento, composta pela especificação das grades curriculares de todos os cursos brasileiros, já havia sido apresentada no XXIV Congresso da Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação), ocorrido no Mato Grosso do Sul, em setembro de 2001. A segunda fase do projeto é composta por resultados das entrevistas focalizadas com os coordenadores dos cursos de Relações Públicas de todo o Brasil, nas quais são descritos os processos de construção de suas grades curriculares.

    O Congresso da ALAIC, coordenado pela Professora Dra. Margarida K. Kunsch, acontece de dois em dois anos em um país diferente da América Latina e tem como objetivo congregar os pesquisadores em Comunicação, incluindo as áreas de Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Televisão e Jornalismo. O Grupo de Trabalho (GT) de Relações Públicas foi fortemente representado no congresso por pesquisadores brasileiros, de 41 trabalhos inscritos, para os três dias de evento, 21 eram do Brasil.

  Mariana M. Geraldine

 

Metodista assina convênio com a empresa cubana BIOCEN

 

    A Universidade Metodista de São Paulo assinou, no último mês, convênio com o Centro Nacional de Biopreparados (BIOCEN), empresa cubana que mantém filial no Brasil. O objetivo desta união é o estabelecimento de cooperação mútua nas áreas da Microbiologia e da Farmacologia, o que, certamente, contribuirá para o desenvolvimento das pesquisas da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade.

    Dentro desta área, os assuntos abordados são o desenvolvimento e a avaliação de produtos e procedimentos para o diagnóstico microbiológico na água e em alimentos; coordenação, em conjunto, dos projetos científicos; desenvolvimento de projetos científicos de interesse mútuo, através da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde da UMESP; participação de pesquisadores e docentes em eventos científicos organizados por ambas as instituições; entre outros.

    Este convênio foi assinado pelo reitor da Universidade Metodista de São Paulo, Prof. Dr. Davi Ferreira Barros, e pelo Diretor de Pesquisa da empresa cubana, Cláudio Rodriguez Martinez, na própria universidade.

 

Mariana M. Geraldine

 

Alunos de Relações Públicas participarão do 6º Congresso de Produção Científica

     Os alunos do curso de Relações Públicas da Umesp marcarão presença no 6º Congresso de Produção Científica, que será realizado em outubro de 2002. Serão apresentados trabalhos produzidos em sala de aula, o que demonstra a grande preocupação do curso com a prática acadêmica.

    Durante o primeiro semestre de 2002, alunos do IV semestre do curso elaboraram pesquisas relacionadas aos 30 anos dos cursos de Comunicação Social da UMESP, trabalho acadêmico para a disciplina Metodologia da Pesquisa em Comunicação, ministrada pela Profa. Ms. Márcia Perencin Tondato, que orientou os alunos em todas as etapas da pesquisa.

    O resultado destes estudos será a inscrição dos primeiros colocados no 6º Congresso de Produção Científica. 

 Mariana de M. Geraldine

 

UMESP promove 10º Mix de Propaganda

    O curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Metodista de São Paulo promoveu, no último mês, o 10º Mix de Propaganda, evento aberto a alunos do curso e estudantes e profissionais que trabalham em Propaganda. Durante cinco dias, os participantes envolveram-se em palestras, workshops e debates que focalizaram diferentes temáticas do universo atual da área, reunindo cerca de 800 participantes, o que faz deste evento um dos maiores já realizados pela UMESP.

    Participaram do 10º Mix conhecidos profissionais de agências e empresas de propaganda, como Flávio Rezende (DPZ), José Antônio Boralli (DM9DDB), Marcelo Passafaro (Sucos Del Valle) e Ken Fujioka (Loducca), profissionais estes que trouxeram valiosa contribuição aos participantes.

    Alguns dos temas abordados nos debates foram atendimento, planejamento e criação; promoção de vendas; propaganda do varejo; e, na forma de workshops, a propaganda feita por meio de radiodifusão; filmes publicitários; artes plásticas e produção gráfica e de som.

 

  Rafael Baggio

 

A McCann-Erickson quer investir em empresas de Relações Públicas

    Jens Olesen, presidente da agência de publicidade e comunicação McCann-Erickson, afirma que o grupo está disposto a investir cerca de US$ 30 milhões na América Latina e no Caribe na compra de concorrentes de menor porte.

    O grupo pretende investir também na aquisição de uma agência de relações públicas, o que demonstra seu interesse em ampliar o portfólio de atendimento aos clientes em outras áreas do Brasil. 

      Segundo Jens, o Brasil continua sendo o mercado mais importante para a agência na América Latina, embora alerte que o México está em franca expansão. Afirmou ainda que é muito difícil prever de quanto será o crescimento no mercado publicitário brasileiro, mas arrisca-se a dizer que poderá ser inferior a 10%, devido ao fato de ser um ano eleitoral.

Guilherme Mendes

 

Relações Públicas na Metodista em foco

    Sob o título Profissional é responsável pela imagem da empresa, o Caderno Especial FOVEST (Folha de S. Paulo, 13 de junho de 2002) procura esclarecer aos vestibulandos o que é a atividade profissional de relações públicas e como se preparar para ingressar no curso em alguma das faculdades que o oferecem.

    Para atingir este objetivo, o Caderno Especial ouviu diversos profissionais, entre os quais, encontra-se a diretora da Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas da Universidade Metodista, a professora dra. Maria Aparecida Ferrari.  Entre suas afirmações, citadas na matéria, a coordenadora do curso de relações públicas da Metodista ressalta que o relacionista tem uma visão ampla de mundo, sabe como funciona a comunicação dentro de uma empresa e, conseqüentemente, encontra-se mais preparado para um trabalho estratégico do relacionamento das organizações com o mercado.

    O jornalista André Nicoletti, que assina a matéria, entrevistou também a aluna da Universidade Metodista, Daniela Domingos Trolesi, do quarto ano, e que faz estágio na Agência de Relações Públicas LVBA. Além de falar de suas tarefas diárias na agência – preparação de notícias de imprensa, boletins informativos, comunicação interna e páginas de intranet –, Daniela diz: “nós vivenciamos a parte estratégica, então, vamos aprendendo e adquirindo responsabilidades aos poucos”. Para ela, diz a matéria, a abrangência é o principal ponto positivo do curso, que dura quatro anos e oferece disciplinas como sociologia e economia, além das específicas, como comunicação organizacional e marketing.   

 

Resenha Crítica

Planejamento Estratégico

 

O livro Planejamento Estratégico: conceitos, metodologia e práticas, de Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira, é resultado de sua vivência como consultor de empresas, na área de administração estratégica.

    Sua experiência profissional uniu-se à acadêmica, como professor na graduação e na pós-graduação da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EAESP/FGV), Fundação Álvares Penteado (FAAP) e em outras escolas de Administração de Empresas.

    O grande objetivo da obra é fornecer aos executivos, de maneira clara e precisa, bases sólidas para a elaboração e a implantação do Planejamento Estratégico em suas empresas – tão necessário diante do mundo globalizado –, assim como auxiliá-los no processo decisório, seu desafio contínuo. Os conceitos do autor aplicam-se não apenas à Administração, mas também às profissões que necessitam desse instrumento para obter a excelência no exercício de suas atividades, como é o caso das Relações Públicas. O livro refere-se, inclusive, a aspectos relacionados à área da comunicação, como, por exemplo, ao falar das relações com o consumidor e ao estabelecimento da visão organizacional.

    De linguagem fácil, porém técnica, o livro destina-se a todos os públicos.

    Sua 16º edição é de 2001 e apresenta excelente estrutura, com temas muito bem divididos. Em dez capítulos, são apresentados, ordenadamente, as etapas do processo do Planejamento Estratégico, os principais conceitos de planejamento e de sua implantação e seus instrumentos. Ao final da obra, o autor chama a atenção para os pontos mais críticos para os planejadores e alerta-os dizendo que, se não forem devidamente cuidados, podem liquidar todo o processo.

    Ao final, Djalma Pinho R. de Oliveira lista os principais equívocos cometidos durante a elaboração e a implementação do Planejamento Estratégico e as principais técnicas de controle e avaliação deste processo, para o qual indica, inclusive, metodologia específica.

  OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento Estratégico: conceitos, metodologia e práticas. – 16. ed. – São Paulo: Atlas, 2001. 337p.

Mariana M. Geraldine

 

 UMA AULA SOBRE EVENTOS

Segunda parte

A edição anterior do Canal RP divulgou o resumo da primeira parte da entrevista da relacionista Ana Luiza Diniz Cintra, do Centro de Convenções Rebouças. Neste número, fica a seu cargo a segunda parte da aula, na qual aborda a necessidade de um preparo maior para que alguém possa ser considerado um organizador de eventos.

    Importante tema focalizado por Ana Luiza, na segunda parte da entrevista,  foi como trabalhar o evento em momentos de crise para que fatores imprevistos não o afetem gravemente.    

    Como gerenciar este tipo de crise irá depender do que estiver acontecendo. O profissional deve sempre estar preparado para isso. Por esta razão, sou contra a pressa que alguns estudantes têm de montar uma empresa de eventos, logo ao sair da faculdade. Primeiro, para organizar eventos é preciso ter vivência, experiência consolidada. Alguém pode ter trabalhado muitos anos realizando eventos e, de repente, deve enfrentar um imprevisto diferente, alguma coisa que nunca aconteceu antes na sua carreira. Tal fato é muito comum, só que o profissional experiente, que já vivenciou diferentes situações incomuns, tem condições de resolver o problema. Isso é importante porque não há segunda chance no evento, ele precisa ser bem organizado em todos os sentidos. Inclusive quando você contrata terceiros, pois o participante do evento, se for mal atendido, irá divulgar as falhas para outras pessoas e falará de sua organização e não dos contratados que ele nem conhece. Ao contratar alguma empresa, o relacionista deve ter certeza de sua idoneidade para determinada prestação de serviços. É importante conhecer seus terceirizados. E, se sou responsável por um evento, tenho de colocar pessoal especializado para atender a todas necessidades do evento, a qualquer hora, durante a sua preparação e durante a sua realização, pois tudo acontece dentro deste espaço de tempo.

    Ao ser indagada sobre os requisitos necessários para um gerenciador de eventos, Ana Luiza explicou que, primeiramente, ele precisa conhecer todos os tipos de eventos. Há grande variedade de eventos e há empresas especializadas em determinados tipos de eventos, como, por exemplo, nas áreas de saúde, informática, recursos humanos, entre outras. Há entidades que mantêm contratos permanentes com empresas organizadoras de eventos e outras que não recorrem a esse tipo de contrato. Organizar um evento, contando com o respaldo de uma empresa especializada, torna-se mais fácil e seguro.

      Volto a dizer que, para ser um organizador de eventos, é preciso ter boa vivência em todas as fases do evento, da sua captação à sua completa realização. Por exemplo, conhecer o tipo de participante, saber organizar as inscrições, o bufê, o coffee break; mas, principalmente, saber planejar o evento, conhecer a programação científica, os conferencistas, os custos, enfim, tudo o que pode estar envolvido no acontecimento.

    O Centro de Convenções Rebouças, esclareceu Ana Luíza, faz parte de uma entidade chamada ICA (International Convention Association), por meio da qual capta eventos mundiais. Em um desses eventos – o de Esôfagos, que é do professor Pinotti –, recebemos 350 estrangeiros. Por isso, os profissionais precisam conhecer uma segunda e, até mesmo, uma terceira língua estrangeira. Hoje em dia, o espanhol tornou-se tão importante quanto o inglês.

    Aqui termina a aula de Ana Luiza Diniz Cintra sobre eventos. Embora publicada de forma reduzida, a entrevista desta competente relacionista representa um alerta a quem já trabalha com eventos e para quem pretende ingressar neste rico segmento de mercado. Ficou claro que, na afirmação de Ana Luiza, o evento não dá segunda chance: ou é tratado com maturidade, profissionalmente, desde sua captação; ou corre o risco de ser mal conduzido, prejudicando o bom conceito da empresa.

  Fábio França

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        

Curso de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo

30 Anos

Tradição - Ética - Excelência  

 

CARREIRA/RELAÇÕES PÚBLICAS
O Caderno Especial FOVEST, da Folha de S. Paulo (13 de junho de 2002) publicou matéria sobre Relações Públicas para orientar os vestibulandos que pretendem cursar a universidade no segundo semestre. Entre os entrevistados, encontra-se a Diretora da Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas da UMESP, professora Dra. Maria Aparecida Ferrari e formanda Daniela Domingos Trolesi. Como suplemento do Canal RP, edição n. 39, enviamos o texto da reportagem.

DESENVOLVER ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO ESTÁ ENTRE AS FUNÇÕES DO RELAÇÕES-PÚBLICAS

Profissional é responsável pela imagem da empresa

NA PRÁTICA
Daniela Domingos Trolesi, que estagia em uma empresa de relações públicas e acredita que o curso é abrangente

DA REPORTAGEM LOCAL
Se você pensa que o profissional de relações públicas é responsável apenas por organizar festas ou, pior, acha que é sinônimo de promotor de casa noturna, está enganado. Organizar eventos é apenas uma das ocupações que o relações-públicas pode ter em uma empresa e, segundo profissionais da área, é uma das menos importantes.
Entre suas responsabilidades está analisar como uma organização (empresa, órgão do governo ou ONG, por exemplo) se relaciona com seus clientes e outras instituições e também como é o relacionamento interno nessas empresas -além de desenvolver uma estratégia de comunicação para melhorar essas ligações.
É o relações-públicas quem decide quais os melhores meios de comunicação para iniciar uma campanha, quais as técnicas que serão usadas e quanto será gasto. Melhorar ou manter a reputação perante a opinião pública é o resultado esperado de seu trabalho.
"O relações-públicas é um profissional de bastidores. Não aparece muito, mas é quem garante a imagem de uma empresa", disse Júlio César Barbosa, professor da Faculdade Cásper Líbero.
O gerenciamento de crises é uma das atividades mais importantes na profissão e consiste em decidir como será feita a comunicação da empresa com a mídia em situações graves, muitas vezes, antes mesmo de começarem.
"Na queda de um avião, por exemplo, a empresa tem de ter decidido quais pessoas falarão com a imprensa no local do desastre, quais irão falar pelo telefone, quais irão atender às famílias das vítimas e quais informações cada um dará", disse Maria Aparecida Ferrari, coordenadora do curso de relações públicas da Metodista de São Paulo.
Como não se pode escolher o horário em que desastres vão ocorrer, o profissional tem de estar pronto para trabalhar a qualquer hora.
"O relações-públicas tem de estar de plantão 24 horas por dia. Um cliente já me ligou no meio da madrugada e eu tive de ir trabalhar", disse Leticia Lyra, gerente de contas da Edelman. Ela é responsável pela estratégia de comunicação de empresas como a Quaker, a Mastercard e a Bacardi.
Uma das maiores vantagens da profissão, segundo ela, é poder lidar com diferentes assuntos e não haver uma rotina muito definida. "Um dia estou lidando com alimentos, outro, com cartão de crédito. Em um, estou treinando funcionários e, em outros, estou falando com a imprensa", disse.
Os estágios são comuns na área, e o jovem normalmente é encarregado de fazer a parte mais técnica do serviço. Daniela Domingos Trolesi, 20, está no quarto ano da faculdade e faz estágio na LVBA, empresa de relações públicas. Ela escreve sugestões de reportagens (chamadas "releases") que envolvem seus clientes, faz divulgação e cuida da comunicação interna de empresas, fazendo boletins informativos e páginas de intranet.
Com o tempo, os recém-formados começam a desenvolver a parte estratégica. "Nós vivenciamos a parte estratégica, então, vamos aprendendo e adquirindo responsabilidades aos poucos", disse Daniela. Para ela, a abrangência é o principal ponto positivo do curso, que dura quatro anos e oferece disciplinas como sociologia e economia, além das específicas como comunicação organizacional e marketing.
A professora Maria Aparecida Ferrari, da Metodista, também diz que a graduação em relações públicas é uma das mais amplas em comunicação. "Em relações públicas, nós não temos tanto a parte técnica quanto há em outros cursos. O aluno dificilmente irá aprender a mexer com uma câmera de vídeo, por exemplo, mas terá uma visão melhor de como funciona a comunicação dentro de uma empresa", disse ela.

Mercado em expansão
Como cada vez mais as empresas se conscientizam da necessidade de melhorar a comunicação com seu público, o mercado para a carreira vem crescendo tanto em grandes organizações como em empresas especializadas.
As vagas anunciadas nos jornais, no entanto, muitas vezes não são para ocupações propriamente de relações públicas. "Muitas vezes, as palavras relações públicas são usadas como eufemismo para vendedor ou promotor. Quando percebemos que algum anúncio tem uma visão equivocada da profissão, mandamos uma carta de esclarecimento", diz Terezinha de Andrade Leal, presidente do Conselho Regional de Relações Públicas de São Paulo e Paraná.

ANDRÉ NICOLETTI

(Folha de São Paulo, edição de 13 de junho de 2002)

 

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Expediente 

O Canal RP:
informativo eletrônico produzido pelo Núcleo de Produtos e Instrumentos de Comunicação da Agência de Relações Públicas Unidade Experimental da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Seu objetivo é divulgar e promover a atividade profissional, tendo como referencial a qualidade UMESP e seu curso de Relações Públicas.

Equipe de Produção

Editor: Professor Ms. Fábio França (MTB1880)
Revisão:
Professora Débora Marie Tamayose
Equipe de Redação:
Bruno Crepaldi Rossini, Daniel Kasuiti Kaga, Edson Rafael Baggio, Guilherme Mendes, Leonardo Filoso e Mariana de Marco Geraldine.
Coordenador do Núcleo de Produtos:
Prof. Ms. Fábio França CONRERP SP/PR-586.

FACULDADE DE JORNALISMO E RELAÇÕES PÚBLICAS

Diretora e Coordenadora do curso de Relações Públicas: Profa. Dra. Maria Aparecida Ferrari


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