65 - 28/10/2003
 

Notícias

CHAPA “ABERTURA” É A VENCEDORA DAS ELEIÇÕES PARA O CONRERP SP/PR

No dia 18 de outubro de 2003 saiu o resultado das eleições dos novos conselheiros do CONRERP 2º Região, triênio 2004/2006. Das duas chapas inscritas, a “Abertura” foi a campeã com 277 votos contra 242 votos da chapa concorrente.
O novo colegiado tomará posse em janeiro próximo de 2004. Muitos dos conselheiros efetivos e suplentes eleitos atuam ou já pertenceram ao corpo docente e discente da Universidade Metodista de São Paulo.
A principal característica da chapa é apostar nos jovens profissionais, na experiência de executivos da área.Tem como objetivo trabalhar pela legitimidade, expansão e credibilidade da profissão, além de pretender conquistar setores representativos da sociedade e os próprios profissionais da categoria..
Veja a seguir os nomes que formarão o novo colegiado do CONRERP:

Conselheiros Efetivos
Conselheiros Suplentes
01. Fábio França nº 581
02. Luciana Guerreiro Sabbadini nº 1016
03. Maria Aparecida Ferrari nº 1075
04. Maria Rosana Ferrari Nassar nº 1619
05. Orpheu Bittencourt Cairolli nº 1099
06. Roberto Constante Filho nº 3137
07. Ronaldo Fernandes Canedo nº 046
08. Ana Carolina Dollevedo nº 3298
09. Gislaine Regina Rossetti nº 3249
10. Leni Calderaro Pontinha nº 468
11. Marialice Rocha da Silva nº 3296
12. Sandra Castellano nº 941
13. Suely Ap. Toka Agostinho nº 2637
14. Thais Germano Pereira nº 101
 

Para quem tiver interesse em saber mais sobre este assunto como o currículo de cada profissional, depoimentos etc, basta acessar o site: www.sinprorp.org.br/abertura

Priscila Delgado Martins - II Semestre


O PERFIL DO ESTAGIÁRIO BRASILEIRO

No ano de 2002, a Catho realizou uma pesquisa com 9005 estudantes a fim de definir um perfil dos estagiários brasileiros.
Dos estudantes entrevistados, 86,69% cursam o nível superior, sendo que mais da metade (54,4%) são alunos dos cursos de engenharia e administração.
A maioria estagia 40 horas por semana e ganha, em média, R$512,69 por mês e recebe benefícios extras, como auxílio-transporte e refeição.
Os estudantes, que têm em média 26 anos, considera que a remuneração é de regular a péssima, principalmente porque o valor dificilmente cobre as despesas que a escola traz. Entretanto, 67,46% dos participantes da pesquisa se consideram satisfeitos com as atividades do estágio, pois para 56,21% o fator decisivo para a escolha do estágio depende muito mais das perspectivas de crescimento e do tipo de trabalho oferecido do que a remuneração.
Um dado desanimador é que mais de 90% dos estagiários não são efetivados pela empresa na qual trabalham.
Outro dado curioso que a pesquisa aponta é que, de cada dez vagas de estágio disponíveis no mercado, metade é preenchida por indicação de amigos ou através de anúncios veiculados em jornais. A outra metade é preenchida através de sites de consultorias na internet.

Amanda Falchetti -IV Semestre

 

 

RP on line

A DIFERENÇA QUE RP FAZ

As empresas estão descobrindo cada dia mais a importância das Relações Públicas. O último indicador referente a este fato foi o resultado da quinta edição da pesquisa da CartaCapital/Interscience que relata as empresas mais admiradas no Brasil 2002.
O diferencial da pesquisa é que foram analisados não apenas os números, mas o que as empresas representam na sociedade e no seu imaginário.
A ordem de importância indicada pelos executivos revela a relevância do trabalho de relações públicas e seu desempenho. Em primeiro lugar, destacaram o respeito ao consumidor, em segundo, a ética, em terceiro, qualidade de produtos e serviços; prosseguem apontando com a qualidade do ambiente de trabalho e profissional, marcas fortes e desejadas pelo mercado, inovação, qualidade da administração, responsabilidade comunitária e ambiental, solidez financeira, compromisso com o desenvolvimento do país e capacidade de competir globalmente.
Em todos os itens registrados fica evidente que as empresas escolhidas desempenham a atividade de RP com eficiência, senão, não teriam conseguido tal posto.
Elas podem ser boas sem a nossa atividade, mas em um mercado que oferece diversidade de opções, não basta que as organizações sejam boas; têm de ser “as melhores”. Para isso, necessitam e dependem do nosso trabalho.

Talita Mendes – II Semestre

 

 

 

Artigo

VALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO.
QUE VALOR CONFERE A SEU REGISTRO?

Em artigo anterior questionamos o fato de que é comum a queixa: a atividade de RP não é valorizada. Identificamos que os próprios praticantes de RP parecem pouco ligar para a atividade e parecem também que as faculdades não torcem decididamente por seus cursos de RP. Vejamos dois pontos: um diretamente ligado aos profissionais, outro às escolas.
A representatividade de uma profissão revela-se pelo valor que lhe é conferido, em primeiro lugar, pela própria categoria profissional e , em seguida, pela sociedade, principalmente pelo respeito que outras profissões lhe atribuem, reconhecendo-a como legitimamente constituída, assumindo sua posição dentro do concerto de outras profissões e impondo-se naquilo que é seu campo de direito, ou seja, cumprindo a razão de ser sua existência – preenchendo seu lugar específico entre as demais profissões congêneres ou não.
Neste caso, podem ser descritos elementos que distinguem claramente profissões fortes e fracas, vulneráveis e não vulneráveis. Falando de modo geral, pode-se dizer que as profissões das áreas de ciências exatas, por exemplo, são menos vulneráveis do que as da área de ciências humanas. Isso em razão direta do nível de conhecimentos que são exigidos para a montagem de uma obra de engenharia e uma consultoria de comunicação dirigida.
Considerando a fortaleza de certas profissões, verifica-se desde o inicio de sua prática que o nível de exigência profissional para o seu exercício é muito maior. É indispensável, no caso, a exigência de um registro profissional, devidamente conquistado, e aprovado pelas entidades representativas e controladoras da atividade em questão. Diante disso pode-se indagar: é possível o engenheiro atuar sem o seu registro? O advogado e o médico atuarem sem suas respectivas carteiras profissional, devidamente credenciadas por seus órgãos de classe?
O registro representa a qualificação, o orgulho do profissional em tê-lo conquistado e em ostentá-lo como um troféu e uma garantia de sua qualificação específica dentro do mercado.
Para as empresas que contratam tais profissionais, o registro é o aval de que podem trabalhar com eles com segurança, pois tem atrás deles o reconhecimento de uma universidade que lhes conferiu um diploma, uma garantia profissional.
E por que em Relações Públicas não se procede de maneira similar. Sabe-se por dados do Conselho Regional e por contatos com
os próprios profissionais que boa parte deles jamais se registrou no Conselho Regional dos praticantes de relações públicas ou se o fizeram, foi pro forma, pois também não acompanham a profissão, nem colaboram.positivamente
Essa mentalidade precisa mudar. O registro legal para o exercício profissional é a norma. Deveria – como em outras profissões -- ser o orgulho dos relacionistas, o passaporte para a sua entrada no cenário das empresas. Qual a conseqüência de tudo isso? Difícil dizer, mas uma atitude inteligente, como a de se preocupar o registro profissional demonstra o quanto ele se preocupa em defendê-la. Por outro lado, o registro, para as empresas contratantes, representa o nível de maturidade da categoria e abre oportunidades de alçarem vôos mais altos na valorização a profissão. Na próxima edição, focalizaremos o “faz de conta” das faculdades que oferecem o curso, mas não abrem espaço para o exercício.

Professor Dr. Fábio França

 

 


Equipe de Produção

 

Editor: Professor Ms. Fábio França (MTB1880)
Revisão: Professora João E. Teixeira.
Equipe de Redação: Amanda Falchetti, Juliana Samezima, Leonardo Godoy, Priscila Delgado Martins, Talita Mendes e Tharcila Tecchio.
Estagiária Responsável: Priscila Delgado Martins
Coordenador do Núcleo de Produtos: Prof. Ms. Fábio França CONRERP SP/PR-586

FACULDADE DE JORNALISMO E RELAÇÕES PÚBLICAS
Diretora e Coordenadora do curso de Relações Públicas:
Profa. Dra. Maria Aparecida Ferrari

 

E-mail: canalrp@metodista.br

E-mail: agenciarp@metodista.br

Este boletim é enviado para as pessoas cadastradas. Inclui indicação para ser removido. Portanto, não pode ser considerado SPAM e está de acordo com a nova legislação sobre correio eletrônico, Seção 301, Parágrafo (a)(2)(c), Decreto S.1618, Título Terceiro, aprovado pelo “105º Congresso Base das Normativas Internacionais sobre o SPAM”.

Para não receber mais o Canal RP, basta enviar um e-mail em branco para canalrp@metodista.br

 

Expediente

 

O Canal RP: informativo eletrônico produzido pelo Núcleo de Produtos e Instrumentos de Comunicação da Agência de Relações Públicas Unidade Experimental da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Seu objetivo é divulgar e promover a atividade profissional, tendo como referencial a qualidade UMESP e seu curso de Relações Públicas.