nº 78 - 17/09/2004
 

NOTÍCIAS

LANÇAMENTO DO LIVRO DE FÁBIO FRANÇA

 

No dia 24 de setembro será lançado o livro “Públicos: Como identificá-los em uma nova visão estratégica”. A obra poderá ser adquirida na Difusão Editora pelo email vendas@difusaoeditora.com.br.

Carolynne Bonfatti – IV semestre

 

 

CADASTRO NACIONAL DAS ONG’s SERÁ LEI

O Senado Federal (PLS 7/2004), em 29 de junho do corrente ano, aprovou a criação do Cadastro Nacional das ONG’s, a ser administrado pelo Ministério da Justiça. Este Projeto encontra-se agora na Câmara dos Deputados.

Após aprovação em forma de lei e a devida regulamentação, todas as ONG’s atuantes no País deverão nele se inscrever, sob pena de impossibilidade de funcionamento.

As entidades não-governamentais cadastradas no site do IBTS terão a assessoria e o apoio direto para este futuro serviço de cadastramento junto ao Ministério da Justiça.

Veja mais informações e a forma de cadastrar sua entidade clicando em http://www.institutoterceirosetor.org.br na seção CADASTRE SUA ENTIDADE.

As entidades cadastradas terão ainda o livre acesso à Área Exclusiva do Site na rede Internet, que contém publicações e informações estratégicas: Incentivos Fiscais, Ong's - Onde Obter Recursos Financeiros, CNAS (Pautas e Decisões), etc.


Fonte: Hélio de Carvalho Matos - Diretor do Instituto Brasileiro do Terceiro Setor

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RP ON LINE

 

O PROGRAMA DE VISITAS PASSO A PASSO

 

I - Introdução

O Programa de visitas é um entre os muitos instrumentos de Relações Públicas. Embora seja direcionado principalmente a clientes, eles podem ser utilizados com excelentes resultados para os demais públicos.
Trata-se de um instrumento que não apenas estabelece o bom relacionamento, mas também funciona como apoio ao marketing e ferramenta de alavancagem ao esforço de vendas.
A implantação e o desenvolvimento dessa atividade nas organizações pressupõe, antes de mais nada, a total adesão da alta administração e seu planejamento implica nos seguintes passos:

· levantamento de todas as necessidades junto às áreas interessadas;

· identificação das condições internas;

· constituição e treinamento das equipes de guias;

· planejamento detalhado do programa e de cada atividade que ele envolve.

A próxima etapa será a divulgação interna visando à conquista do comprometimento de todos que precisam se envolver com o programa, condição indispensável para a conquista dos resultados almejados.

 

Nas próximas edições voltaremos a falar sobre programa de visitas.
Seus comentários serão sempre bem vindos.


Marcela Sanches – III semestre



RELAÇÕES PÚBLICAS E TERCEIRO SETOR

 

O que é Terceiro Setor? Quais são as funções que um profissional de relações públicas pode exercer nessa área?
Primeiramente, é preciso saber que o Terceiro Setor é toda organização privada que tem como objetivo prestar serviços de caráter público, sem fins lucrativos.
As funções que um relações-públicas pode desenvolver vão desde a criação, a implementação, o desenvolvimento e o gerenciamento de projetos sociais da instituição, até a atuação como ombudsman, como administrador da instituição, oferecendo consultorias e treinamentos, desenvolvendo pesquisas, criando o plano estratégico de comunicação, fazendo assessoria de imprensa, ou seja, exercendo todas as funções próprias de sua categoria.
O relações-públicas pode trabalhar junto a quaisquer públicos que envolvam as entidades sociais. Entretanto, as diferenças na atuação desse profissional no terceiro setor e em outros setores são várias; o desenvolvimento de projetos com restrições de recursos, a divergência entre a missão da empresa e da entidade social, a motivação das pessoas envolvidas nesse ramo, são alguns dos obstáculos enfrentados pelo profissional.
A vantagem que o profissional adquire é a experiência diferenciada que ele pode ter em trabalhar no terceiro do que no segundo setor. Nas entidades sociais há a necessidade de ser criativo, ágil, pró-ativo, pois, sem recursos financeiros, tem que otimizar os recursos humanos, físicos e materiais.

 

Carolynne Bonfatti – IV semestre

 

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ARTIGO

UMA REFLEXÃO SOBRE O PESQUISAR

Profa. Dra. Márcia Perencin Tondatoi

Se o século XX começou com o final da Primeira Guerra Mundial, ou seja, em 1914, quando caiu o sistema internacional organizado em 1814 pelo Congresso de Viena, podemos dizer que ele terminou em 1989, com a queda do Muro de Berlim, que marcou o fim da velha rivalidade entre o capitalismo e o comunismo, iniciando uma nova confrontação econômica, um novo jogo entre Estados Unidos, Japão e Comunidade Econômica Européia. Levando em consideração apenas o aspecto mercado, sem esquecer 11 de setembro de 2001, quando, dizem, começou o século XXI, temos um mundo transformado em um mega-mercado, refletindo a globalização da modernidade, definida por Giddens como “a intensificação das relações sociais em escala mundial, que ligam localidades distantes de tal maneira que acontecimentos locais são modelados por eventos ocorrendo a muitas milhas de distância e vice-versa”. Nessa conjuntura, a comunicação é a mola propulsora que permite viabilizar todo um processo de mudanças, implicando em uma redefinição do papel dos comunicadores em um contexto dominado pela tecnologia, no qual, por outro lado, as fronteiras sociais são muito contrastantes. O estudo das ciências sociais, que tratam da vida social, da realidade social, da relação do homem com os grupos sociais, com o ambiente físico e biológico, com os documentos e vestígios do passado, com a natureza para dela extrair direta ou indiretamente seus meios de subsistência, assume papel primordial. Esse cenário enfatiza a necessidade da pesquisa para a sistematização das observações de forma que tenham validade científica e aplicabilidade imediata.
Quando pensamos em pesquisa, imediatamente o que nos vem à mente é “Pesquisar o quê?”. Esta pergunta reflete uma preocupação, mas também um equívoco, uma vez que a resposta indica apenas um tema. O planejamento de uma pesquisa começa, antes de tudo, pela identificação do(s) fenômeno(s) de interesse. A partir destes, são identificadas as variáveis, levantadas hipóteses, e delineada a abordagem, que cada vez mais tende a ser multi-metodológica, tendo em vista a complexidade dos relacionamentos sociais. Em se tratando de pesquisa aplicada, é preciso ainda responder o que poderá ser feito a partir dos resultados, um aspecto muitas vezes não considerado em sua magnitude, comprometendo a atividade como um todo.
Fazer pesquisa é uma atividade a ser realizada segundo os cânones da metodologia científica, sem que isso signifique rigidez. Muito pelo contrário. O pesquisador deve antes de tudo ser criativo, pois disso depende a atualidade de suas indagações e a inovação de suas descobertas.

 

INFORME-SE MAIS SOBRE RELAÇÕES PÚBLICAS!

ACESSE O NOVO SITE DE RELAÇÕES PÚBLICAS DA METODISTA E O SITE DO SINDICATO DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO ESTADO DE SÃO PAULO.

www.metodista.br/agenciarp

www.sinprorp.org.br


Equipe de Produção

Editor: Professor João Evangelista Teixeira (MTB1253)
Revisão: Professor João Evangelista Teixeira e Professor Dr. Fábio França
Equipe de Redação: Carolynne Bonfatti, Carolina Midori, Marcela Sanches
Estagiária Responsável:
Carolynne Bonfatti
Coordenador do Núcleo de Produtos: Prof. Dr. Fábio França CONRERP SP/PR-586

FACULDADE DE JORNALISMO E RELAÇÕES PÚBLICAS
Diretora e Coordenadora do curso de Relações Públicas:
Profa. Dra. Maria Aparecida Ferrari

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